Bright Memory: Infinite é FPS promissor - É Tudo Biscoito

Breaking

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Bright Memory: Infinite é FPS promissor

Dentre os games que mais me chamaram atenção mostrados com destaque nas apresentações dos últimos meses, o chinês Bright Memory: Infinite é um dos que eu mais quero jogar na próxima geração de consoles. 



É um FPS frenético misturando tiroteio com Hack n' Slash com uma grande variedade de habilidades para a personagem. Recentemente tivemos um novo trailer rapidinho no evento chinês com um pouquinho de gameplay:


Mas pra ser sincero o que me chama atenção mesmo é a ambientação, os graficos "olha pra mim, sou a próxima geração!" E tudo isso feito basicamente por um cara só, é um jogo super indie que já teve um lançamento no PC, via Steam, e agora está em produção para o Xbox One/Series X e Playstation 4/5. 

O jogo faz zuso da tecnologia Ray Tracing, foca em combates fluidos e em estar sendo produzido por um cara que não sabe programar (!). Xiancheng Zeng é designer grafico e tinha como passatempo ficar mexendo na Unreal, engine da Epic Games. Com isso ao longo da sua carreira ele passou a focar na construção de jogos, seu primeiro projeto também foi um FPS, o WarStorm.


Zeng  chegou a trabalhar em uma empresa de games chinesa, chamada Seasun, mas acabou seguindo o caminho indie. Bright Memory foi uma ideia dos tempos do colégio, sobre um "futuro com elementos do passado". Mas o que mais chama atenção é o fato do cara nunca ter escrito uma linha de codigo pra fazer esses jogos, na verdade ele usa uma ferramenta muito legal do Unreal chamada Blueprints, eu já usei isso em alguns cursos que fiz na vida, resumidamente é uma forma visual de programar.



Nessa ferramenta você pode criar toda a logia do jogo apenas arrastando e juntando ferramentas, variaveis, coisa e tal, e com isso, pouco a pouco, Zeng está construindo um dos jogos mais bonitos para esse começo de geração, com uma tecnologia quente como o Ray Tracing!

Como já citei, uma versão de Bright Memory teve Early Access no Steam, e quando o jogo saiu, Zeng fez uma promessa a si mesmo que se o jogo vendesse 50 mil cópias ele largaria seu emprego, e conseguiu vender nada menos que 200 mil cópias, colocando toda sua energia para a produção de Infinity, a versão finalizada do game para a nova e atual geração de consoles e PC. Com isso alguns modelos em 3D hoje estão sendo feitos por empresas contratadas pelo criador, mas a maior parte do jogo ainda é feita pelo Xiancheng Zeng. Ufa, que historia hein, curtiu? Então vamos ficar de olho nesse projeto!

Nenhum comentário:

Postar um comentário